Brasil dos contrastes

Esta semana, em um só dia, senti o contraste. De manhã cedo fui ao NAI. Fiquei uma hora lá dentro convivendo com o idosos que esperavam sua vez num prédio nada funcional, onde os velhinhos ficam no corredor em bancos improvisados. Acho que o prédio foi construído na época do Spernau. Sorry, mas um prédio nada a ver. Tudo apertado e improvisado. The god Pirica que veio para mudar tudo, mudou mesmo. Ao invés de propor um prédio decente deixou tudo lá abandonado. Porta que deve ter sido arrombada, toda “descadeirada”, porta do banheiro que não fecha e o odor se espalha pelo corredor e, para a marcar a simbologia do relaxamento, uma toca de Papai Noel encaixado no extintor de incêndio. Os velhinhos tiram onda de tudo que tem de ruim lá. É muito bom humor.

De tarde fui até Floripa, na Justiça Federal. Avisto um prédio novinho em folha, tudo muito espaçoso. Lindo, maravilhoso. Está aí o contraste. Porque o Brasil da Saúde não pode ser igual o Brasil da Justiça?

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