Arquivos da categoria: Bola Teixeira

Quem vive do passado é museu

Os políticos tem que acabar com essa barda de falar do passado para justificar o presente. Ainda mais se tratando de políticos que viveram intensamente este passado… na situação. Então faz o seguinte: promova em praça pública um ritual de arrependimento pedindo desculpa a plebe rude acostumada a vê-lo num lado e sem satisfação pública alguma, pula para o outro lado (na maioria das vezes motivado por interesses particulares – os famosos vira latas) cuspindo no prato que comeu. É muito feio isso.

Queira entender o manual de redação da RBS

O assunto do momento é o Lava-Jato, operação da PF que anda pretendendo meliantes de todos os quadrantes do país. E como crime envolve lavagem de grana, BC não poderia ficar de fora. Nas rodinhas muita curiosidade sobre quem são, o que faziam, se tinha lavanderias na cidade, ou qual seria o posto de combustível que servia de máquina de lavar. Aí vejo matérias publicadas no Sol Diário e em nenhum momento os caras são identificados. Parece que são dois os detidos por aqui. Não entendo essa proteção. Se você vai na página policial dos jornais da RBS, o bandido chinelo tá lá o nome dele, mas os colarinhos brancos são poupados. Gostaria de entender.

A gula pemedebista

Governador Raimundo Colombo teria confidenciado a um amigo há pelo menos um mês que está meio sacudo com o apetite do PMDB. Teria dito até que prefere uma candidatura a reeleição sem o PMDB. O guloso partido adesista teria mais da metade dos cargos de confiança do governo Colombo, fato que desconhecia. Agora imagina governar com um bando de interesseiros praticamente mandando no seu governo. Fica difícil. Enquanto isso, na caravana pemedebista pelo estado, LHS trata o processo como um jogo de xadrez e argumenta que ão se pode enxergar só a torre, o bispo e etc… tem que ver o jogo lá na frente. Lá na frente seria o PMDB retornando a cabeça de chapa em 2018. Até lá continua a mandar com seus cargos de confiança.

Lava-jato: quando o crime compensa

Está na Folha: “Em 2004, o doleiro foi denunciado pelo MPF (Ministério Público Federal) por crimes contra o sistema financeiro nacional e condenado a sete anos em regime semiaberto e ao pagamento de uma multa equivalente a 9.568 salários mínimos. Então proprietário da empresa Youssef Câmbio e Turismo, ele havia sido indiciado por crimes contra a ordem tributária e contra o sistema financeiro (evasão de divisas, manutenção de contas ilegais no exterior e falsa identidade para a realização de operações de câmbio), formação de quadrilha e falsidade ideológica”. Trata-se de Alberto Youssef, preso agora pela operação Lava-jato. Estava solto e com uma ficha corrida de muitos $$$ ilegais. É Brasil! PS: na operação Lava-jato, BC está no mapa.

Sobre a marcha da família, o retorno

Muito tem se falado sobre a tal marcha que está sendo anunciada para o dia 22. Claro que tenho recebido convites e quetais. Recebi um cujo conteúdo é quase todo ele dedicado ao sistema político, a classe política e seus privilégios. Bonito o discurso, mas tenho lá minhas desconfianças sobre a real intenção. Não vivi a ditadura, aliás vivi numa boa. Meu pai – ferroviário -, vivia na dele sem se meter nas políticas da época. Só que agora meu trabalho é minha expressão. Não quero nem imaginar um sistema totalitário seja ele de esquerda ou militar. Quero liberdade de expressão e só a democracia pode te oferecer esta condição. Por mais viciada que ela seja por causa dos privilégios da classe política e o sistema que eles próprios idealizam.

Do Herival, sobre o PMDB

“Pois é, na campanha municipal de 2004, o gentil e educadíssimo irmão do prefeito,me acusou durante um comício realizado da Vila Real de ter permitido, como presidente municipal do partido, sujar o palanque de campanha do seu irmão com a presença desse (falou de boca cheia) “ladrão dos precatórios”. Pouco tempo depois, esse mesmo “ladrão dos precatórios”  foi o grande aliado do seu irmão no golpe aplicado contra a executiva municipal do partido aqui de Bal Camboriú. Assim é a vida!”

Está feia a coisa no PMDB

Pinho Moreira “inventou” o quero votar no 15, o prefeito ERD captou a ideia, saiu on the road pelas estradas catarinas e, depois Pinho Moreira saltou fora da ideia (talvez com um puxão de orelha do “dono” da sigla LHS). Mas nem todo mundo que ser aliancista e também gostou da ideia do quero votar no 15. O ex-governador Paulo Afonso andou discursando em Lages enchendo a bola do prefeito ERD. E agora mané?

Pinho muy amigo

Vice governador atiçou o prefeito ERD no quero votar 15. Deixou o rapaz viajar toda Santa Catarina e agora deu nisso. Saiu no Moa Pereira: “Começa hoje em Sombrio, no sul do Estado, o roteiro do presidente Eduardo Moreira e dos senadores Luiz Henrique e Casildo Maldaner. Vão participar de encontros regionais nas principais cidades em defesa da reedição da aliança e apoio a reeleição de Raimundo Colombo. Buscam votos contra a tese da candidatura própria na pré-convenção de 26 de abril”. Amigo da onça, não?

Sente o nível do corporativismo

Todo mundo sabe que o presidente da Alesc foi afastado. O que foi noticiado envolvendo seu nome são indícios bem robustos. Se fosse um político de outro partido seria rotulado de ladrão, sem vergonha… mas é da turma, então moção de apoio. Os partidos políticos nos representam? Tem certeza disso?

A executiva estadual do PMDB renova manifestação de irrestrito e integral apoio ao deputado estadual Romildo Titon, cuja trajetória política, marcada por dois mandatos como vereador, prefeito de Campos Novos e deputado estadual por cinco mandatos, sempre foi dedicada à causa dos mais humildes, lutando pelo bem-estar dos catarinenses, com ética, seriedade, honestidade e espírito público.

Manifesta ainda sua inconformidade com a recente decisão expedida pelo Tribunal de Justiça que determina o seu afastamento da presidência do Poder Legislativo de Santa Catarina, lembrando que não existe nenhuma condenação que possa de fato justificar tal iniciativa. A decisão vai de encontro à sólida e irretocável trajetória de serviços prestados pelo deputado Romildo Titon e cria um ambiente desnecessário de insegurança política na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, que tem a missão de legislar em prol do bem estar dos catarinenses.

O PMDB/SC espera agilidade na tramitação do processo garantindo de fato que a justiça prevaleça e a Casa do Povo retorne à normalidade de suas atividades sob o comando do seu presidente, deputado estadual Romildo Titon.

Eduardo Pinho Moreira Presidente estadual do PMDB/SC