O estilo Nilson Probst de ser

Ontem ouvi o discurso do vereador Nilson Probst na sessão da Câmara. Seu alvo era o suplente de vereador Ary de Souza e todos os internautas que o criticaram no Facebook por conta de sua bizarra participação na manifestação de domingo. Me impressiona a capacidade de Probst desqualificar as pessoas que o criticam. Segundo ele, Ary é moralista de cueca, porque, na condição de funcionário público, estaria em desvio de função. Ora essa, se ele está em desvio de função, a responsabilidade é do governo que sustenta. Alguém assinou o seu desvio, assim como todos que existem neste governo. Marcelo Achutti pediu um aparte e também bateu na mesma tecla querendo assinar também requerimento para apurar o desvio. Ora Marcelo, até tú?

Probst afirmou que vai deixar de ser bonzinho e processar todo mundo que o critica, na batida estratégia de se refugiar em situações distantes do mérito da questão que é sua participação na manifestação. Probst diz que é trabalhador e que todos são trabalhadores na Câmara, inclusive Elton Garcia (envolvido no Trato Feito), que citou nominalmente. E que a população não está interessada neste tipo de discussão. Probst deveria encomendar uma pesquisa para saber como anda a imagem da Câmara, talvez a pior de todos os tempos. Probst não fez nada para defender a instituição. Deixa a cargo da justiça. A tal comissão de ética saiu a fórceps. Muito provavelmente ele próprio poderá estar na pauta da comissão de ética, já que, na semana passada, seu nome foi envolvido na denúncia do MP com relação a famigerada manipulação das multas de trânsito.

Este é o modo de ser de Probst, declarado candidato a sucessão do prefeito ERD.

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