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A lista de Furnas

O que José Serra (7), Geraldo Alckmim (9,3), Gilberto Kassab (100), Robson Tuma (100), Sérgio Cabral (500), Marcelo Crivella (250), Eduardo Paes (250), Eduardo Cunha (100), Jair Bolsonaro (50), Aécio Neves (5,5), Zonta (75), Paulo Bauer (75), Serafim Venzon (75), João Pizolatti (75) e Fernando Coruja (75) têm em comum? Eles todos estão na lista de Furnas, uma espécie de Furnasduto. A eleição é de 2002 e os numerais menores (com um decimal) quer dizer milhões e os de dois e três decimais, equivalente a milhares de reais.

Só relacionei 15. Poucos, não é? Somam-se a eles uma lista de mais 141 candidatos. Agora imagina a roubalheira. Este país não tem jeito. Resta a pergunta, se é de 2002, a roubalheira já expirou?

Está difícil

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Com esta campanha eleitoral com o Facebook bombando de paixões e ódios, vejo tudo à distância até porque os dois candidatos que sobraram não me agradam. Mas fico impressionado com o nível da campanha de Dilma Roussef. Seus pensadores desistiram – de uma vez por todas – construir uma campanha de propostas e ideias. Partiram para a baixaria que já fora manifestada no primeiro turno contra a ex-companheira Marina da Silva. A propaganda eleitoral alternam um slogan chamado GOVERNO NOVO (as ordem dos fatores não alteram o produto), IDEIAS NOVAS. Algo que já soa estranho. E, de resto, é pau em Aécio Neves. Mas a última que vi foi no Face, aliás o primeiro post que recebo oficialmente da campanha de Dilma Roussef (e-mail recebo de monte). Veja na foto acima o nível rasteiro.

Os politizados gaúchos pregam peças

As urnas jogaram no lixo meu post sobre os politizados gaúchos. E por um só motivo: eles são politizados. Explico: meio que coloquei Ana Amélia no segundo turno até porque Sartori mal aparecia nas pesquisas. Acontece que a queda da ex-jornalista nas pesquisas se deu por um detalhe: a espertinha, ainda na função de jornalista seria fantasminha do Senado. Mesmo na boca da eleição, Tarso Genro aparecia em primeiro nas pesquisas, mas abertas as urnas o golpe fatal nas pesquisas: Sartori em primeiro com Tarso em segundo com uma diferença considerável negando os números. E mais: Sartori vence no segundo turno (espero não mais corrigir post… hehehe).

Só Pavan eleito.

Dos daqui só Leonel Pavan foi eleito deputado estadual com um pouco mais de 43 mil votos. Muito bom acompanhar a apuração pela internet. Lá com seus 60%, 70% dos votos apurados, Pavan estava fora. Foi subindo e superou o também eleito Vicente Caropreso (apoiado pelo ex-deputado Dado Cherem) e Dóia Guglielmi, esta tentando a reeleição e que ficou de fora.

Fábio Flor levou nas costas uma campanha sem vinculação com o governo local. Conseguiu 15 mil votos, praticamente três mil a mais do que Claudio Dalvesco. Os cálculos do PR estavam certos. Com um pouco mais de 20 mil votos, Dalvesco estaria eleito. Realmente, último eleito pelo PR somou um pouco mais de 20 mil. E não foi Dalvesco.

Para Federal, Fábrício Oliveira foi muito bem. O cálculo era ser o mais votado do PSB. E foi. Inclusive superou o candidato Zonta que buscava a reeleição. Mas com seus quase 51.600 votos, parece que a legenda não alcançou o índice. Dão Koeddermann foi fiel ao partido. Garantiu 15 mil votinhos. Gregolin, que se diz daqui, sem comentários.

Derrota do governo nas eleições (ou) Fabrício é o nome

Fechada a apuração em BC, a constatação que indica o resultado para deputado estadual e federal é uma derrota danosa ao governo local e a ascensão do nome de Fabrício Oliveira. O candidato do PSB saiu daqui com quase 23 mil votos, ou, em torno de 35% dos votos válidos.Dão Koeddermann que colou forte sua imagem a do prefeito ERD somou um pouco mais de 7 mil votos, por volta de 12% dos votos. Muito pouco. Juliethe Nitz fez 2.500. Para se eleger vereadora terá que contar com mais de 50% destes votos para se eleger.

Para estadual errei porque achava que Leonel Pavan faria 2×1 sobre Claudio Dalvesco ou Fabio Flor. Mas não foi bem assim. Com seus 15 mil – contra os quase 10 de Flor (sem o apoio do prefeito) e 9 de Dalvesco (coladíssimo com o prefeito) -, Pavan contou mesmo é com aqueles seus votos fieis, ou seja, aqueles 25% votos caixão do ex-prefeito de BC.

Os números refletem a febre dos eleitores da cidade. E pela análise fria dos números, Fabrício Oliveira sai da eleição como o nome forte na política local. Como ele vai costurar esta liderança em busca da prefeitura, não sei.

Putaria pouca é bobagem

Abro os jornais hoje – na verdade foi o DC – para ver o que rolou nas política catarina e vejo que os políticos se superam. Algumas coisas que li: que com Ponticelli como candidato a senador, o candidato de LHS seria Paulinho Bornhausen (?!?!); com o PP sendo fritado da aliança, o PT baixaria as calças para o partido de Amim. E que a manobra pemedebista no final de semana seria um golpe de mestre de LHS. Realmente um golpe. Acende a luz!!!

Voto Napoleão e Udo

Vou deixar aqui registrado minha declaração de voto a Napoleão Bernardes e Udo Döhler, em Blu e Joinville. Claro, declaro porque não voto porque ainda sou daqueles que o voto é secreto. Como diria o Hildebrando, vamos por partes: fiquei sabendo que o Napoleão é filho do falecido advogado Acácio Bernardes. Já basta para declarar meu voto. Nos meus tempos de repórter costumava assistir – por força do ofício – os júris populares e o Acácio era o the best. Já o Udo, simples, o cara não precisa de grana e se eleito for promete abrir mão de seu salário. Basta saber se ganha e se realmente é um compromisso ou uma promessa de campanha.

Jesus! Que cara chato!

Tem um cara que adotou um novo hobby. Mandar torpedos me xingando. Acho que ele está me confundindo. Diz que sou boca alugada do PSDB (vixe!!). Que sou chinelão. Que o Diarinho é sanguinário. Aí diz que o prefeito ERD não vai alugar minha boca, enfim, é o prazer dele. Bicho, minha boca não foi, não é e nem quer ser alugada. O número do telefone do nobre xingador repassei para uma pessoa intimamente ligada ao prefeito ERD. Ele já sabe o nome do cara. Enquanto me xingar, tudo bem, afiral as emoções ainda estão afloradas. Aliás, nestes quatro anos o prefeito ERD nunca me ligou ou mandou torpedo para me xingar.

Sistema de votação é vulnerável a fraudes

A Justiça Eleitoral deve rever urgentemente o processo de votação em urnas eletrônicas. Fui votar e ninguém pediu meu celular. Estranhei porque na era digital fica mais fácil fraudar os votos do que na época do voto formiguinha e do voto carbonado da era analógica. Depois comentei com outras pessoas na saída da minha seção. Um cara esclarecido, formado, chegou a comentar comigo: eu vou fotografar meu voto. Ele devia estar de brincadeira. Hoje comentei com um outro cara e ele disse que um candidato estava pagando 100zinho por voto fotografado ou filmado. Fazendo os cálculos, esse candidato que estaria comprando os votos por 100 reais gastaria um total de não mais de 15 mil reais para se eleger (ops, errei, hehehe… em torno de 100 mil tá de boa). Tá fácil. Não precisa nem de campanha eleitoral.

Conversei com Fabio Flor e Angioletti

Hoje pela manhã tive a oportunidade de conversar com o Orlando Angioletti e Fábio Flor. Os dois estavam nas nuvens. Angioletti com a alma lavada pelas circunstâncias negativas que envolveram sua candidatura. Tipo, contra tudo e contra todos. Fábio Flor estava visivelmente emocionado. Disse que foi uma campanha franciscana, onde as pessoas o procuraram para apoia-lo. Foi o mais votado e baixa a bola do PMDB. Me beijou a mão e foi embora feliz da vida.

Fabio Flor é o mais votado. Veja a composição da Câmara

Fabio Flor (PP) não é um campeão de votos, mas foi o mais votado com seus 2455. O segundo colocado foi o Elizeu Pereira (PR) com 2189 votos. Para quem não conhece o Elizeu, durante os quatro anos do governo ERD ele trabalhou na secretaria de obras, portanto, bem próximo do povão. Outro que se valeu da secretaria de Obras foi Arlindo Cruz,o primeiro do PMDB  e o terceiro mais votado com 2115 votos. O primeiro da lista dos reeleitos é Asinil Medeiros, o Medeirinhos, com 2097 votos. Mais um nome ligado a secretaria de obras da prefeitura é Elton Garcia, eleito com 1969 votos. Nilson Probst fez campanha para ser o mais votado do PMDB e se cacifar para a sucessão do prefeito ERD, teve que se contentar com 1845 votos.  Mais um do PMDB: Roberto Souza Júnior, o Robertinho, nesta legislatura como suplente, confirma agora que estará em campo como titular com 1724 votos. Na sequência dos reeleitos: Moacir Schmidt (PSDB) com 1566 votos e Orlando Angioletti com 1524 votos. Dois candidatos do PSD eleitos: Pedro Francez, apoiado pelo vereador Dão Koedermann, com 1459 votos e o reeleito Claudir Maciel com 1446 votos. Leonardo Piruka, do PP (1201 votos) e Marisa  Zanoni, do PT, com 949 votos. Veja todos acessando o DC.

Estou sendo detonado no Facebook

Acabo de receber um e-mail com o link da inquisição. Estou sendo colocado na fogueira por quem não tem nada o que fazer porque escrevi isso no Diarinho de hoje:

Silêncio no recinto

Foi o que a vereadora Zezé (PP) conseguiu durante o comício da Barra do candidato Periquito na semana passada. Zezé (que já foi vereadora em Camboriú) pegou o microfone e foi enfática ao chamar de corruptos políticos e eleitores que compram e vendem seus votos. Enquanto Zezé discursava o povo ficou quieto. Ouvia-se até uma mosca. No final foi aplaudida, logo na Barra que tem uma fama danada.

Tudo por causa da última frase. Vejo até mensagens de funcionários públicos em horário de trabalho postando no face, algo que foi proibido pelo prefeito ERD no início da campanha. Papo furado. Tentam me jogar contra a população da Barra e me vincular a candidatura de Spernau. Vão trabalhar rapazes. Eu cubro campanha eleitoral desde o tempo que trabalhava no Jornal de Santa Catarina depois no herege Página 3 e, agora no Diarinho, comento. O pessoal da Barra sempre teve fama, faz até parte do folclore da política de BC o fato de muitos eleitores ficarem sentados nas rótulas esperando dar as 5 horas da tarde. Tem gente que está me colocando na fogueira e chegou ontem em BC, não sabe nada sobre a política de BC, então que não me encha o saco. Não tô acusando ninguém e, tampouco, querendo diferenciar eleitor daqui ou de lá. Caráter é caráter. Não importa se o cara está na Barra ou numa cobertura da Atlântica. Fiz um print screen da página. Se eu me sentir ameaçado, todos os inquisidores serão chamados, blza? E depois não adianta apagar os posts… mais responsabilidades, rapazes.

Revistona da dupla dinâmica

Acabei de pegar uma revistona bonita, colorida, mais imagens do que texto da dupla Pirituito/Dalvesco:  o que fizeram e o que vão fazer. Pelo tamanho das fotos, impressiona. Faltaram alguns cuidados como estourar fotos com resolução baixa. Ficou horrível. Um trabalho como este deveria ser tratada com uma câmera profissional. Outra falta de cuidado foi estourar uma foto da Avenida do Estado envelhecida, quando a 3ª ainda não estava pronta e a mão da Rua Chile estava ainda, invertida, em direção a 3ª.