Arquivo da tag: Facebook

Facebook no sofá

Não tenho um ano de Facebook. Ingressei neste universo desprezível porque a tchurma do tênis resolveu criar um grupo para marcar churrascos, desafios do ranking e jogar conversa fora um tirando com o outro. Tenho lá meus 400 “amigos” (minha estratégia é só aceitar pedidos, não preço prá ninguém ser meu “amigo”). Estou construindo um perfil das personalidades que encontro neste mundinho. Quando fizer um ano lanço o perfil. As vezes fujo do grupo para olhar minha página inicial onde estão os posts de meus “amiguinhos” e, como gosto de brincar arrisco alguns comments. Tive duas experiências terríveis: a primeira, por causa de uma vírgula, o sentido do comments ficou esquisito e o “amiguinho” do outro lado estranhou. Sorte que ele estava online e pedi desculpas imediatamente no inbox. A segunda foi ontem. Brinquei e me dei mal. O “amiguinho” do outro lado não gostou, me chamou de xarope. Gelei quando vi e logo lancei um comments pedindo desculpa e anunciou a exclusão da brincadeira. Também fui xingado por anônimos em outras oportunidade. Por estas e outras que me afasto cada vez mais deste mundinho imbecil concentrando minhas atenções para o grupo do tênis. Lá nunca me estressei e nem meus amigos. Todos têm senso de humor apurado.

Ativistas do Facebook

Hoje vi uma foto no Facebook do plenário da Câmara ontem. Ninguém, ou melhor, quatro pessoas para acompanhar o pronunciamento de Fernando Baumann sob o assunto do momento em BC: mobilidade urbana (leia-se circulação de bicicletas e afins). O cenário não retrata o ativismo das pessoas no Facebook, todos muito interessados dando opinião, ridicularizando o vereador Nilson Probst. Enfim, ativismo pelo Facebook é mais cômodo não é? Mas já não me espanto com isso. Estou lendo o livro do Julian Assange, o demonizado (pelo sistema, é claro) gênio da internet. Num trecho do debate que faz com outros hackers ele fala algo pontual e certeiro: os livros ensinaram a ler a internet a escrever. Deixa os ativistas escreverem, então.

A ditadura do Facebook

Descobri mais uma dessa ferramenta desprezível (com cuspe prá todos os lados). É uma ditadura. Explico: ontem estávamos comentando sobre o tal de promover, um novo recurso do feice para espalhar sua mensagem para todos seus amigos, claro que, pago. Porque para todo?, perguntei. Resposta: porque cada vez que você posta sua mensagem nem todos os amigos visualizarão. Hmmm… não sabia. Por coincidência, achei uma matéria sobre o estudo que apontava que o feice engorda e deixas as pessoas maldosas. E coloquei o link da matéria no feice. Nenhum comments nenhum like nenhum compartilhamento. Estranho, não? Acho que meu post foi filtrado com malha fina.

Facebook: Quatro em cada cinco membros jamais adquiriram um produto ou serviço sob influência

Matéria publicada no O Globo sobre uma pesquisa realizada recentemente nos EUA só vem confirmar o que sempre desconfiei: O Facebook não tem potencial comercial, é simplesmente uma ferramenta de relação. Um chat diferente. Os caras convenceram a indústria e comércio que o Facebook é a ferramenta da hora para vender seus produtos. Publicidade dirigida de acordo com o perfil do usuário e um universo de milhões de facebookeiros seria o bastante para este convencimento. Super dimensionaram um produto que nem se sabe qual será seu destino por conta do que chamam de “fadiga do Facebook“.

Feicebuk é patético

Me deram um toque para olhar o bate boca entre Auri Pavoni e Claudir Maciel no feice. Fui ver. Que coisa mais ridícula. Dois homens públicos se expondo daquela maneira. Ao invés de ficar “picuiando”, sentem cumpram seu papeis conversando como autoridades que são. Rasteiro demais o que eles fizeram. Que tristeza. E dizer que está chegando a campanha eleitoral. O que nos espera? Aliás, o feice revolucionou o ditado fale o que quer e ouça o que não quer. Agora é tecle o que quer e leie o que não quer, mais cômodo.